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Na década de 80, Chico Xavier escrevia com mais simplicidade?

- - - - - As Vidas de Chico Xavier

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Macili
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Na década de 80, Chico Xavier escrevia com mais simplicidade?


Resposta:  "Em 1985, ele escreveu 15 novos livros. A média anual de lançamentos crescia e a simplicidade dos textos também. Nada de romances históricos, ensaios científicos, tratados filosóficos ou poemas elaborados. Coletâneas de entrevistas e de 'mensagens particulares' se misturavam a publicações leves como 'Humorismo e Vida', recheado de trovas singelas.

Augusto dos Anjos dava passagem a poetas como Manoel Serrador:


                              Não te queixes nem reclames
                              Sorriso é paz no caminho
                              Quem se alegra segue em grupos
                              Quem chora fica sozinho.


Um certo Leandro Gomes de BArros assinava outras rimas:


                              O comboio para o além
                              Passa por todo lugar
                              Mas a morte não avisa
                              O dia em que vai chegar.



André Luiz ainda mandava notícias. Mas nem parecia o autor do intrincado 'Mecanismos da Mediunidade'. Em 'Apostilas da Vida', ele esbanjava singeleza. Frases curtas, letras garrafais, tudo sob medida para leitores acostumados à linguagem televisiva e para um escritor doente, atormentado por dores no peito. Chico Xavier colocava no papel sentenças como 'seja comunicativo', 'sorria à criança', 'cumprimente o velhinho', 'converse com o doente'. Nem vestígio da linguagem densa de 'Evolução em Dois Mundos', uma das parcerias de Chico com Waldo Vieira.

Os críticos torciam o nariz para a 'decadência' do autor de 'Parnaso de Além-Túmulo'. Mesmo alguns amigos se perguntavam por que Chico não se aposentava de uma vez."




(do livro "As Vidas de Chico Xavier")







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