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Como eram as sessões de autógrafos dos livros de Chico Xavier?

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Macili
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Como eram as sessões de autógrafos dos livros de Chico Xavier?


Resposta: "Na Bienal do Livro de 1972, a fila até Chico Xavier, estande da livraria Modelo, assumiu proporções descomunais. Quase 1.500 pessoas se esforçaram para chegar a ele. O autor do "Parnaso de Além-Túmulo" distribuiu autógrafos até sete da manhã seguinte. Descansou apenas meia hora. Os amigos sugeriram o uso de um carimbo com dedicatória padrão para agilizar a fila. Chico apenas assinaria o próprio nome. Com muito custo, persuadido pelo tamanho da fila, Chico aceitou. Foi pior. Sentindo-se culpado pelo excesso de impessoalidade, ele tratava de escrfever, ao lado do carimbo, algumas frases para cada leitor.

Em 1973, Chico foi atração em outra tarde-noite-madrugada de autógrafos. Nos dias 3 e 4 de agosto, no Clube Atlético Ipiranga, em São Paulo, ele deixou sua assinatura em nda menos que 2.243 livros após 19 horas de maratona...

No dia 26 de setembro de 1976, um domingo, às 15 horas, ele compareceu a mais uma tarde de autógrafos quilométrica, desta vez em Ribeirão Preto. Ficou de pé, com a barriga encostada na mesa, curvado em direção à fila quase interminável que marchava devagar. Cinco mil pessoas chegaram até ele com o livro "Somos Seis" nas mãos. Chico os recebia, homens, mulheres, crianças, com dois beijos em cada face e com um botão de rosas. Muitos deixavam em suas mãos bilhetes dobrados. Chico os enfiava nos bolsos do paletó. As dedicatórias já estavam escritas nos livros. Ele se limitava a assinar embaixo e dizer:- Muito obrigado, Deus te acompanhe... Às quatro horas da manhã de segunda-feira, após distribuir 5 mil rosas e 20 mil beijos, e acumular quase seiscentos bilhetes nos bolsos, Chico foi embora. Não parecia cansado. Era só aparência."


(do livro "As Vidas de Chico Xavier")




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