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Um minuto com Chico Xavier

O Consolador

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Macili
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Um minuto com Chico Xavier




Fecunda sempre foi a mediunidade de Chico Xavier. Dotado de vários dons: transporte de objetos, voz direta, materializações, odores característicos e espontâneos (éter, perfume,...), cura, entre outros, o que pouca gente conhece são as bilocações, fenômenos mais raros, mas também presentes em sua mediunidade.

Também conhecido como bicorporeidade, o fato caracteriza-se por o médium estar em um lugar e ser visto em outro ao mesmo tempo, podendo ser comprovadas as suas duas presenças.

Nesta e nas duas próximas colunas apresentaremos três casos notórios sobre a vida de Chico. Os dois primeiros foram relatados por Maria Filomena Berutto e o terceiro por Ana Maria Spranger, todos registrados na Estante Literária da Espírita Vox, pela internet.


Vejamos o primeiro caso:

- Encontrava-se ali o comandante Santinômino  (assim entendemos o seu nome), que nos relatou singular ocorrência. Aterrissara ele seu  avião em pequena cidade do interior do Maranhão, a fim de pernoitar e levantar voo na manhã seguinte.
Como a temperatura estivesse elevada, deixou aberta a janela do quarto, pensando em fechá-la mais tarde, antes de adormecer, o que não fez, porque adormeceu profundamente. Mais ou menos às 4 horas da madrugada, despertando, lembrou-se da janela aberta. Levantou-se para fechá-la, mas verificou surpreso que estava fechada. Estranhou, naturalmente, o fato, mas logo o esqueceu. Semanas depois foi a Uberaba para visitar o Chico, que o recebeu com as seguintes palavras: “Meu caro Santinônimo, que susto você me deu deixando aberta a janela do hotel. Receoso de que algo lhe acontecesse, fui fechá-la, enquanto você dormia!”

*

Relataremos aqui outro episódio em que o dom da bicorporeidade de Chico fica devidamente comprovado.

Chico visitava Belo Horizonte, onde estava para receber, na Secretaria de Saúde, o diploma de Cidadão de Belo Horizonte. Isso se deu no dia 8 de novembro de 1974.

No dia seguinte, visitou a União Espírita Mineira. Após sete horas de atendimento aos que o procuravam, com a bondade de sempre, fomos surpreendidos (relato feito por Maria Filomena Berutto, registrado na Estante Literária da Espírita Vox, retirado da Internet) com ruidosa manifestação em um grupo de pessoas que vinham em nossa direção.

Empunhando uma arma, alguém bradava: “Ninguém vai tocar em Chico Xavier. Eu o defenderei de qualquer um. Ele é um santo!” Notava-se o desequilíbrio da pessoa, o que aumentava a apreensão de todos, especialmente porque em sua mão havia a realidade de uma arma de fogo, grosso calibre... A movimentação aumenta no recinto, uns apavorados, outros procurando correr, e outros ainda, tentando controlar a pessoa.

O Chico, tranquilo, afasta-se um pouco do grupo e põe-se em silêncio, permanecendo, contudo, no recinto. Descemos ao andar térreo pensando em providências defensivas, e, para nosso alívio, um jipe com militares da PMMG para junto ao meio-fio e seus ocupantes, comandados por um distinto sargento, vêm ao nosso encontro, sendo recebidos com as seguintes palavras: “Graças a Deus vocês chegaram em boa hora, estamos com problemas lá em cima!” E antes de qualquer explicação, para surpresa nossa, o chefe da patrulha fala: “Não tem nada não, vamos subir. O senhor Chico Xavier foi nos chamar na estação rodoviária, onde nos encontrávamos em serviço de ronda. Viemos logo atender ao chamado!”

Fora evidente o fenômeno de bilocação. Em poucos minutos a situação normalizava-se. O difícil foi impedir os nossos estarrecidos comentários.

*

Contou Divaldo Pereira Franco, durante conferência feita em Teresópolis-RJ, na Faculdade de Medicina, que em uma viagem sua à África, cumprindo longo e ininterrupto roteiro de palestras, enfrentou, logo de início, surpreendentes mudanças climáticas. Pois ele saíra de Salvador, com seu primo-irmão Nilson de Souza Pereira, com os termômetros marcando quase 40 graus à sombra. No dia seguinte, em Pretória, cidade em que fez a primeira palestra, os termômetros marcavam temperaturas negativas. Um dia após, em outra cidade africana, a temperatura já era positiva. As bruscas mudanças do clima foram mais sentidas pelo Nilson. Tarde da noite ele estava com febre alta e Divaldo tentou, inclusive, chamar um médico. Não havia telefone. E ele ignorava também onde estavam os anfitriões que generosamente propiciaram aquela hospedagem tão acolhedora.

Divaldo contou que  orou, aplicou passes magnéticos em Nilson e, subitamente, lembrou que àquela hora Chico Xavier deveria estar em Uberaba atendendo sofredores que, vindo de toda parte, lhe solicitavam orações, notícias de  familiares desencarnados, e pediu também uma palavra bondosa e amiga. Divaldo buscou, mentalmente, o socorro de Chico Xavier. De repente, eis que lhe surge à frente o Chico. Põe a mão sobre a testa de Nilson e acalma Divaldo, dizendo tratar-se de simples choque térmico. Aplica um passe no enfermo e diz que em duas horas tudo se normalizará. E foi isso mesmo o que o ocorreu, antes mesmo das duas horas tão esperadas, acrescentou Divaldo.

Na manhã seguinte, encantado com o fato, Divaldo telefonou lá da África para Altiva Noronha, sua amiga em Uberaba, que frequenta as reuniões realizadas aos sábados pelo Chico Xavier. Relata o próprio Divaldo: “Eufórico, eu queria contar tudo a ela. Mas Altiva falou primeiro e foi dizendo que tinha um recado de Chico para si. Que ele manda avisá-lo que se lembra de sua grande preocupação com Nilson e que pediu para ela, assim que chegasse ao Brasil, dissesse... E Altiva foi contando tudo o que acontecera. Quando terminou, perguntou:

- Mas Divaldo, o que é que você queria me contar? Uai, você já está no Brasil? Já chegou?
– Não, Altiva. Era tudo isso que você me contou que eu queria contar. Ainda estou na África”.





Fonte: O Consolador







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