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Lindos casos de Chico Xavier

Reflexão

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Macili
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Dois lindos casos de Chico Xavier



por Carlos A. Baccelli



O nosso estimado confrade José Jacinto de Alcântara, que tantos e relevantes serviços tem prestado à Causa do Espiritismo, escreveu-nos de Belo Horizonte, remetendo-nos dois lindos casos de Chico Xavier que, sem dúvida, merecem ser divulgados, pelas preciosas lições que encerrar.

Sem provermos qualquer retoque nos episódios que nos narra, transcrevemo-los na íntegra, aproveitando a oportunidade para solicitar a outros confrades que colaborem conosco, enviando-nos histórias inéditas que conheçam do nosso Chico, com vista à documentação que estamos efetuando sobre a vida do médium.

Apareceram certa vez em Pedro Leopoldo vários confrades, procedentes de São Paulo.

Todos profissionais liberais, detentores de títulos de curso superior: advogados, médicos, engenheiros, farmacêuticos, biólogos, físicos, químicos, alguns PhD, além de técnicos de áreas diversas.

Traziam uma 'revolucionária proposta' para o 'desenvolvimento' da Doutrina.

Consistia a proposta no seguinte:


Seria implantada em Pedro Leopoldo uma Universidade Espírita sob a égide de Chico Xavier. Todos os segmentos doutrinários, filosófico-ideológicos seriam amplamente embasados e respaldados pela luz evangélica e, ainda, pela cultura universitária. Pedro Leopoldo seria a cidade-máter do Espiritismo. Os visitantes vibravam, enquanto Chico, paciente, lia o manifesto que lhe fora entregue, após a apresentação dos companheiros por inflamado orador.

Para surpresa geral, Chico - ao término da leitura - disse:

"Emmanuel recomenda-nos muita cautela, sem contudo subestimar a proposição dos bondosos confrades, cujos elevadíssimos propósitos merecem acolhida e respeito por parte da Espiritualidade. Convoca-nos, porém, o querido Mentor à seguinte reflexão:

Imaginemos que a Administração Municipal resolva transferir todos os postes de iluminação pública das ruas de Pedro Leopoldo para a praça da Matriz. Em consequência, toda a cidade ficaria às escuras, enquanto a Praça da Matriz ficaria feericamente iluminada... É claro que semelhante medida administrativa seria censurada pelos municípios e por toda a comunidade, não obstante as boas intenções do Chefe do Executivo. Os queridos confrades são postes de luz e, como tais, cada um de per si deve iluminar o local onde está instalado. Os postes, dispersos, iluminarão toda a cidade..."

Os ilustres visitantes compreenderam a lição, retirando-se satisfeitos, iluminados à luz do Evangelho...


Quando da inauguração do Centro Espírita "Casa do Caminho, em Sabará - MG (1981), presente o casal Newton-Iolanda Nolli, Chico nos advertiu:


"É preciso muito cuidado, pois os nossos irmãos desencarnados ainda carentes de luz atacam, no momento, as lâmpadas. Depois, atacarão os postes e mais tarde investirão, furiosos, contra a usina..."



Fonte: Baccelli, Carlos A. Chico Xavier - Mediunidade e Paz.


Macili
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O lavrador e a enxada




Chico Xavier era empregado na Fazenda de Criação do Ministério da Agricultura, em Pedro Leopoldo...
Certa manhã, caminhava para o trabalho, atravessando largo trecho de campo rumo ao escritório, meditando sobre os trabalhos mediúnicos a que se confiava...



As exigências eram sempre muitas.
Como agir para equilibrar-se na tarefa?
Surgiam doentes, pedindo socorro...
Aflitos rogavam consolação.
Curiosos reclamavam esclarecimentos...
Ateus insistiam pela obtenção de fé.
Os problemas eram tantos!



Quando curvava a cabeça, desanimado, aparece-lhe Emmanuel e apontalhe um quadro a pequena distância...
Era um lavrador ativo, manejando uma enxada ao sol nascente.
— Reparou? — disse ele ao Médium — guiada pelo cultivador, a enxada apenas procura servir.
Não pergunta se o terreno é seco ou pantanoso, se vai tocar o lodo ou ferir-se entre as pedras... Não indaga, se vai cooperar em sementeira de flores, batatas, milho ou feijão... Obedece ao lavrador e ajuda sempre.



Logo, após, fez uma pausa, e considerou:
— Nós somos a enxada nas mãos de Jesus, o Divino Semeador.Aprendamos a servir sem indagar.
Chico, tocado pelo ensinamento, experimentou iluminada renovação
interior, e disse:
— É verdade! o desânimo é um veneno...
— Sim, — concluiu o orientador — a enxada que foge à glória do trabalho,cai na tragédia da ferrugem. Essa é a Lei.
O benfeitor despediu-se e o Médium abraçou o trabalho, naquele dia, de
coração feliz e a alma nova.






( Lindos Casos de Chico Xavier )







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