Web Toolbar by Wibiya Ataques - Silenciar - A lição de Kardec - Depoimentos - Chico Xavier

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Ataques - Silenciar - A lição de Kardec

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Macili
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Ataques - Silenciar - A lição de Kardec


por Suely Caldas Schubert



14 - 02 - 1951

"(...) Que o Alto ilumine o nosso irmão... Fazes bem nada respondendo. O ataque fala sempre pela procedência. O trabalhador fiel do bem não dispõe nem de intenção, nem de tempo para assaltar o nome e o serviço dos outros. Eu também, com a graça de Jesus, continuo recebendo bordoadas aqui e ali, mas agora, mal acabo de "apanhar", faço uma prece de agradecimento e vou seguindo para diante. A Justiça Verdadeira vem das mãos de Deus. Enquanto nos acusam e condenam, prossigamos trabalhando. Um dia...

Muito agradeço ao Zêus o recorte do Jornal do Comércio. Tenho profunda veneração por Inácio de Antioquia.

A carta do nosso Secretário na Embaixada Brasileira, em Madri, que te restituo, em anexo, é uma documentação impressionante. Parece-nos que a Europa recuou no tempo.

Os prognósticos são dolorosos, porque com tanta ignorância cristalizada, da mistura com os ódios raciais, só podemos esperar um fim de século sanguinolento e tenebroso. As observações do nosso companheiro são muito sensatas. Que o Céu se compadeça de nós.

Vamos ver se o "Hace... " conseguirá vencer na tradução espanhola. Aguardemos a passagem do tempo.


Mais um ataque e mais uma resposta sábia de Chico Xavier, que enuncia uma grande verdade: "o ataque fala pela procedência."

As atitudes evidenciam o caráter de quem as pratica. Uma agressão espelha a personalidade do agressor. Um revide nivela vítima e agressor.

Chico arremata: "O trabalhador fiel ao bem não dispõe nem de intenção, nem de tempo para assaltar o nome e o serviço dos outros."

Basicamente, o trabalhador fiel ao bem não cultiva mais a vontade ou a intenção de prejudicar quem quer que seja. E muito menos atacar alguém e o seu trabalho. Além disso, o tempo torna-se-lhe por demais precioso e, entregue aos seus afazeres, não terá ensejo (nem os criará) para se ocupar do próximo. A não ser para ser útil.

A atitude de Chico Xavier, a do silêncio perante os ataques que recebe, condiz, perfeitamente, com a própria conduta de Allan Kardec. É este quem narra:

"Diremos, de início, que encontramos uma unânime aprovação relativamente ao nosso silêncio em face dos ataques que, pessoalmente, temos sofrido. É relevante que todos os dias recebamos cartas de felicitações a este respeito. Nos muitos discursos pronunciados de modo geral, aplaudiu-se significativamente nossa moderação. (...)

Quando as coisas caminham por si sós, por que, então disputar e combater em lutas infrutíferas? Quando um exército verifica que as balas do inimigo não o atingem, ele o deixa atirar ao seu belprazer e desperdiçar suas munições, certo de obter uma vantagem depois. Em semelhantes circunstâncias, o silêncio é, muitas vezes, um recurso astucioso. O adversário, ao qual não se responde, acredita não haver ferido bastante profundamente ou não ter encontrado o ponto vulnerável. Então, confiando no êxito que supõe fácil, ele se descobre e cai por si mesmo. (...) Se a moderação não estivesse em nossos princípios - pois que constitui uma consequência mesma da Doutrina Espírita, que prescreve o esquecimento e o perdão às ofensas -, seríamos encorajados a empregá-la pela simples verificação do efeito produzido por esses ataques, constatando que a opinião pública melhor nos vinga do que jamais nossas palavras tê-lo-iam podido fazer. (...)"  ("Viagem Espírita em 1862", Casa Editora, "O Clarim", 1ª ed., pág. 34.)



Fonte: Suely Caldas Schubert, obra Testemunhos de Chico Xavier






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