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O centro espírita na visão de Chico Xavier

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Macili
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O Centro Espírita na visão de Chico Xavier





Os centros espíritas devem ser locais de oração, trabalho e estudo. Conhecer o Espiritismo é de fundamental importância, mas, segundo Emmanuel me tem ensinado, esse conhecimento necessita ser traduzido na prática, a começar pelo entendimento entre os companheiros que constituem a equipe de cooperadores da casa.

O fenômeno em um tempo de orientação kardecista deve ser acessório e, nunca, sem dúvida, atividade especial.

Para mim, centro espírita tinha que abrir todo dia, o dia inteiro. Se é hospital, como dizemos, como é que pode estar de portas fechadas? O centro precisava se organizar para melhor atender os necessitados.

O que impede que o centro espírita seja mais produtivo é a centralização das tarefas; existe dirigente que não abre mão do comando da instituição.

Ora, de fato, a instituição necessita de comando, mas de um comando que se preocupe em criar espaço para que os companheiros trabalhem, sem que ninguém esteja mais preocupado com cargos do que com encargos.

O centro espírita, quanto mais simples, quanto mais humilde, mais reduto do Evangelho. Construções colossais sempre me parecem destituídas de espírito. A Sociedade Espírita de Paris era uma sala de acanhada dimensões: ali imperava o espírito de fraternidade.

As reuniões nos centros espíritas poderiam ser mais produtivas. Existe dirigente que abre e termina a sessão olhando o relógio. Não posso dar palpite no centro dos outros (Emmanuel me mandaria conservar a boca fechada), mas a gente fica triste com os centros espíritas que funcionam apenas meia hora durante a semana.

Não precisamos esperar a formação de um grupo espírita para recepção de pessoas santas; vão chegar primeiro os mais infelizes; vão contar as mágoas, à vezes até os seus crimes; vêm em busca de amor.

Não somos donos do Movimento, a casa espírita não tem donos. Vamos criar oportunidade para o crescimento dos outros. Ninguém precisa anular ninguém. Sobra espaço para as estrelas no firmamento! Todas podem brilhar à vontade.

Se um amigo, ou os amigos, não têm paciência conosco, os grupos não prosperam, não frutificam em amor, em esperança, no socorro espiritual.

O centro espírita deve ser tocado como uma escola, ou seja, devemos estar dentro dele para aprender. Não é só para a mediunidade, para o passe ou para a desobsessão. Precisamos estudar as lições de Jesus, nas interpretações de Allan Kardec, e vivenciá-las, cuidando de nós mesmos, de nossa necessária renovação íntima.



Texto publicado no Jornal Espírita de Pernambuco, edição 72, registrado por Humberto Vasconcelos





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